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O Canibal da Borborema – Ato VI _ Por que Sangue Tem Gosto de Ferro?

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00:13 horas.

Efferson despertou com uma música tocando muito distante. Escutava a canção e a melodia na voz de uma mulher. As memórias dele dispararam mesmo antes que ele pudesse abrir os olhos.

Era um fado.

Lembrava-se muito bem do ritmo e da melodia pois sua falecida mãe sempre ouvia e ele escutou muito tempo depois que sua genitora havia partido.

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O Canibal da Borborema: Ato III – Ossos do Ofício

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o canibal da borborema ato III Ossos do oficio

07:00 horas.

Efferson adorava o gosto de seios pela manhâ.

Transar no escritório em que trabalhava diariamente tinha virado uma rotina perigosa, na verdade, ele adorava o perigo. Gostava de ser provocado por qualquer tipo de mulher e nesse trampo tinha encontrado a mulher perfeita para isso. Ela era sua superior, independente, bonita, popular e extremamente carente quando o assunto era sexo.

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O Canibal da Borborema: Ato II _Uma segunda-feira para esquecer

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8:00 horas.

A segunda-feira mal havia começado e o dia já estava sendo péssimo. Desde as quatro da madrugada José Inocêncio não conseguia mais dormir. Sim os pais dele assistiram a melhor novela do mundo segundo eles, Renascer. E batizaram o filho com o nome do coronel do jequitibá rei. Preferências de nomes a parte, Inocêncio já vinha sofrendo com esses pesadelos a algumas semanas. E sempre acordava a mesma hora, era como um loop temporal e onírico onde ele sempre sonhava com o conto da “chapeuzinho vermelho” sendo que ele era o caçador que estuprava a chapeuzinho em cima das tripas do lobo agonizando e a vovozinha filmava tudo com uma câmera caseira. Pesadelo recorrente era um saco.

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