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O Canibal da Borborema – Ato VII – Anjo da Pequena Morte e da Cena de Codeína

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anjooo

03:00 horas.

Flávia Maxmiliano adentrava o beco escuro.

A garoa estava tão fraca que quase parecia um vento gélido.

Sua visão havia se acostumado com as trevas já fazia uma semana. Seu novo estado era uma dádiva e tanto, mas ela era totalmente novata no assunto de lidar com algo tão magnânimo como o que havia acontecido com o seu ser.

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O Canibal da Borborema – Ato VI _ Por que Sangue Tem Gosto de Ferro?

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00:13 horas.

Efferson despertou com uma música tocando muito distante. Escutava a canção e a melodia na voz de uma mulher. As memórias dele dispararam mesmo antes que ele pudesse abrir os olhos.

Era um fado.

Lembrava-se muito bem do ritmo e da melodia pois sua falecida mãe sempre ouvia e ele escutou muito tempo depois que sua genitora havia partido.

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O Canibal da Borborema Ato V – O Cão Chupando Manga

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04:00 horas.

José Inocêncio continuava acordado.

A insônia foi um dos traumas que ele havia adquirido depois do encontro surreal com Nair e de toda a mudança ocorrida na sua vida na última semana. Toda vez que dormia sonhava com o ocorrido, depois de um tempo o sono simplesmente não vinha.

Outra coisa que o perturbava era o sumiço de Efferson seu melhor amigo e da sua ex-noiva que também continuava desaparecida.

Levantou da cama.

Pôs a calça de pijama vermelho e foi até a varandinha do duplex.

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